Família Bolsonaro multiplica patrimônio após entrar na política, diz jornal
08/01/2018 10:29 em Política

Levantamento do jornal Folha de S. Paulo aponta o enriquecimento do presidenciável e de seus filhos nas últimas duas décadas


EMEstado de Minas/Site Estado de Minas - A imagem da capa do site Multisom foi retirada de arquivos da internet

Postado em 07/01/2018 16:30 / Atualizado em 07/01/2018 17:22

 

O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), segundo colocado nas pesquisas de candidatos à presidência da República, e seus filhos Eduardo Bolsonaro, deputado federal, Flávio Bolsonaro, deputado estadual no Rio de Janeiro, e Carlos Bolsonaro, vereador no Rio, aumentaram significativamente o patrimônio nas últimas duas décadas. 

Segundo levantamento do jornal Folha de S. Paulo, a família Bolsonaro é dona de 13 imóveis com preço de R$ 15 milhões, a maioria em pontos valorizados do Rio de Janeiro, em bairros como Copacabana, Barra da Tijuca e Urca. Os principais imóveis comprados pela família do parlamentar nos últimos dez anos, registram preço de aquisição bem abaixo da avaliação da prefeitura do Rio à época. 


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Os bens dos Bolsonaro, de acordo com o levantamento, incluem ainda carros que vão de R$ 45 mil a R$ 105 mil, um jet-ski e aplicações financeiras, em um total de R$ 1,7 milhão, como consta na Justiça Eleitoral e em cartórios. 

Em um dos casos, a ex-proprietária vendeu uma casa em condomínio à beira-mar na Barra a Bolsonaro com prejuízo –pelo menos no papel– de R$ 180 mil em relação ao que havia pago quatro meses antes. 


Segundo a reportagem, o filho mais velho do presidenciável, Flávio, deputado estadual no Rio de Janeiro, negociou 19 imóveis nos últimos 13 anos. 

Procurados pelo Estado de Minas, a assessoria do deputado Jair Bolsonaro informou que o parlamentar e seus familiares não vão se posicionar sobre os dados da reportagem. Segundo a assessoria, o pré-candidato vem sendo perseguido pelo jornal por causa de suas posições políticas. 

A assessoria informou ainda que as informações divulgadas neste domingo (7) já tinham sido divulgadas em 2015 e foram alvo de uma investigação pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que arquivou a investigação considerando que os valores eram os mesmos declarados no Imposto de Renda do parlamentar e seus familiares.

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